sábado, setembro 20, 2003

Continuação de uma série sem fim:
Brahma, refresca até pensamento. Ou te propicia uma noite grega...
A noite estava linda...Procurei um figurino adequado para meu personagem. Achei apenas a falta dele...Sem figurino, sem roupa, naked..
O cenário faVORECIA DESPIR-SE DE TUDO. dOS PRECONCEITOS, DAS Máscaras
Vesti então o traje que iguala todos os seres humanos da terra: Minha nudez.
mergulhei nas águas da piscina como a deusa Ártemis mergulharia em seu lago. APAGUEI AS LUZES PARA QUE não existissem testemunhas da minha nudez, e se houvesse, que fosse cumprido o ritual da deusa Diana: Transformaria meus espiões em cervos, e os caçaria até a morte.
Saio da piscina, nua. Me cubro com as censuras de uma vergonha adquirida...
Descrevo o banho, seduzo, dou ultimatum...
Seduzo, encanto, provoco.
Tesão, desejo, toques,unhas, calor, arrepios, fumaça.
Retorno ao calor dos bastidores, onde meu poder de sedução é reduzido e minha cena nada mais é do que um gesto habitual, sem desejos.
Frustrações.
Mas é bom estar de volta as sombras dos bastidores, onde é possível se esconder atrás das cortinas.
Os aplausos explodiriam, se eu quisesse. Mas eu não quis.
Feliz noite, feliz sombras.
Ete yami

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